Instruções para Chorar
(Julio Cortázar)
Deixando de lado os motivos, atenhamo-nos à maneira correta de chorar, entendendo por isto um choro que não penetre no escândalo, que não insulte o sorriso com sua semelhança desajeitada e paralela. O choro médio ou comum consiste numa contração geral do rosto e um som espasmódico acompanhado de lágrimas e muco, este no fim, pois o choro acaba no momento em que a gente se assoa energeticamente.
Para chorar, dirija a imaginação a você mesmo, e se isto lhe for impossível por ter adquirido o hábito de acreditar no mundo exterior, pense num pato coberto de formigas e nesses golfos do estreito de Magalhães nos quais não entra ninguém, nunca.
Quando o choro chegar, você cobrirá o rosto com delicadeza, usando ambas as mãos com a palma para dentro. As crianças chorarão esfregando a manga do casaco na cara, e de preferência num canto do quarto. Duração média do choro, três minutos.
...essa eu roubei do Lalau, tomara que ele chore de raiva !
Mind the Batteries
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Hoje é um daqueles dias em que a força não está comigo....
uma porrada de coisa prá fazer e um ânimo abaixo de zero.
Mind the Carnival
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Querido diário:
Contabilidade do carnaval:
Não lembro o que eu fiz no sábado, então pula essa;
Domingo de chuva, dirigi durante umas 3 horas e tal para levar um par de focas brincar de náufragas com suas tabuinhas.
Fomos na roubada, acabamos bem acomodados e ganhando almoço na casa do André.
Segunda fomos para Araçoiaba com os Souzas e a Malú, e foi dia do Sushi-que-nã-deveria-ter-sido, tudo deu errado, como não compramos os ingredientes antes de sair de SP, tive que despencar até o mercado que fica a uns 20 Km do sítio, não tinha salmão, só um pedacinho que não daria nem para o cheiro, o pão tb não tava bom, tivemos que procurar uma padaria, na volta do mercado ainda tive de aguentar cara feia de quem achou que eu tinha ido passear e não entendeu o que eu falei antes de sair, comecei a correr com a preparação sem ajuda nenhuma e ainda tive que parar no meio prá bater uma D.R. de feriado bacanésima.
Bom, finalmente começamos o processo, no meio de uma puta zona e com um monte de gente atrapalhando, resultado: um pedaço de sushi foi reprovado no teste de higiene e um segundo problema de comunicação mandou todo o trabalho pro lixo, eu tenho certeza de que fiz por merecer, e meu jantar virou um sanduíche de sei-lá-o-que.
Terça teve churras, muito frango prá Dna. Gisele e seus 30 e não sei quantos quilos, que só fez brincar de planilha o finde inteiro.
Vortemo nesta manhã de quarta, depois de mais uma noite mal-dormida naquela cama de faquir.
Saldo:
Eu preferia ter repetido meu carnaval de 1993, quando passei os 4 dias desmontando e pintando moto.
Contabilidade do carnaval:
Não lembro o que eu fiz no sábado, então pula essa;
Domingo de chuva, dirigi durante umas 3 horas e tal para levar um par de focas brincar de náufragas com suas tabuinhas.
Fomos na roubada, acabamos bem acomodados e ganhando almoço na casa do André.
Segunda fomos para Araçoiaba com os Souzas e a Malú, e foi dia do Sushi-que-nã-deveria-ter-sido, tudo deu errado, como não compramos os ingredientes antes de sair de SP, tive que despencar até o mercado que fica a uns 20 Km do sítio, não tinha salmão, só um pedacinho que não daria nem para o cheiro, o pão tb não tava bom, tivemos que procurar uma padaria, na volta do mercado ainda tive de aguentar cara feia de quem achou que eu tinha ido passear e não entendeu o que eu falei antes de sair, comecei a correr com a preparação sem ajuda nenhuma e ainda tive que parar no meio prá bater uma D.R. de feriado bacanésima.
Bom, finalmente começamos o processo, no meio de uma puta zona e com um monte de gente atrapalhando, resultado: um pedaço de sushi foi reprovado no teste de higiene e um segundo problema de comunicação mandou todo o trabalho pro lixo, eu tenho certeza de que fiz por merecer, e meu jantar virou um sanduíche de sei-lá-o-que.
Terça teve churras, muito frango prá Dna. Gisele e seus 30 e não sei quantos quilos, que só fez brincar de planilha o finde inteiro.
Vortemo nesta manhã de quarta, depois de mais uma noite mal-dormida naquela cama de faquir.
Saldo:
Eu preferia ter repetido meu carnaval de 1993, quando passei os 4 dias desmontando e pintando moto.
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