O então recém-chegado Centro Sísmico Nacional poucos dias após entrar em
funcionamento já detectou que haveria um grande terremoto no Nordeste do
país. Assim enviou um telegrama à Delegacia de Policia de Icó, uma
cidadezinha no interior do Estado do Ceará. Dizia a mensagem:
"Urgente. Possível movimento sísmico na zona. Muito perigoso. Superior
Richter 7. Epicentro a 3 Km da cidade. Tomem medidas e informe os resultados
com urgência". Somente uma semana depois, o centro sísmico recebeu um
telegrama que dizia: " Aqui é da Policia de Icó. Movimento sísmico
desarticulado. Richter tentou se evadir, mas foi abatido a tiros.
Desativamos as zonas. Todas as putas estão presas. Epicentro, Epifanio e
outros cinco irmãos estão detidos. Não respondemos antes porque houve um
terremoto da porra aqui "
Mind the MegaConcert
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Sim, nos fomos.
Sentamos lá longe, na arquibancada, mas valeu a pena.
Sem fila, sem stress para estacionar, sem trânsito (!!!)..
Showzaço!!
Vejam fotos no Flickr (dos outros).
Mind the Gas
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ORGASMO DE UMA MARIA GASOLINA...
EnFiat, enFiat!!! Vem Ka, meu Diplomata, dá um Cherokee no meu
cangote. Vem logus! Você sabe que eu gosto de você à Pampa.
Noooossa, que Palio!!! EnFiat o seu Picasso na minha Xantia! Eu sei que você
Dakota do recado. Vem que sou toda Parati. Você não imagina o
Quantum eu quero Dart, seu Besta! Ai amor, só você me eleva e me o Fusca.
Meu Gordini, desse jeito, eu te dou um Prêmio. Ai amor, Kadett, que eu
não estou te achando?! Ai achei... Me dá um Tempra! Vai Variant, porque
não dá pra ser todo dia do mesmo Tipo. Vai, enFiat seu Pointer
Turbo no meu Courrier!!!
Ai Comodoro, Comodoro! Tá doendo mas vai Passat... Não pára ainda,
me Kombi mais um pouco! Vai, D-10, D-20, D-30! Bem forte, de frente,
de Corsa, de Lada. 'Isso, amor, Ranger, geme muito, bem fofinho.
GM, GM, GM, vai, vai! Eu sou sua mulher, sua Verona, e você, meu Omega.
Me abraça, me beija e me Ford. Me chama de Perua!!!
Oggi tudo é Fiesta!!!
EnFiat, enFiat!!! Vem Ka, meu Diplomata, dá um Cherokee no meu
cangote. Vem logus! Você sabe que eu gosto de você à Pampa.
Noooossa, que Palio!!! EnFiat o seu Picasso na minha Xantia! Eu sei que você
Dakota do recado. Vem que sou toda Parati. Você não imagina o
Quantum eu quero Dart, seu Besta! Ai amor, só você me eleva e me o Fusca.
Meu Gordini, desse jeito, eu te dou um Prêmio. Ai amor, Kadett, que eu
não estou te achando?! Ai achei... Me dá um Tempra! Vai Variant, porque
não dá pra ser todo dia do mesmo Tipo. Vai, enFiat seu Pointer
Turbo no meu Courrier!!!
Ai Comodoro, Comodoro! Tá doendo mas vai Passat... Não pára ainda,
me Kombi mais um pouco! Vai, D-10, D-20, D-30! Bem forte, de frente,
de Corsa, de Lada. 'Isso, amor, Ranger, geme muito, bem fofinho.
GM, GM, GM, vai, vai! Eu sou sua mulher, sua Verona, e você, meu Omega.
Me abraça, me beija e me Ford. Me chama de Perua!!!
Oggi tudo é Fiesta!!!
Mind the Reading Part II
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H.D.F. Kitto - Os Gregos
" O que impulsiona o herói grego a praticar atos de heroísmo não é o senso de dever que conhecemos -- o dever em relação aos outros; ao contrárop, é um deber com relação a si mesmo. Ele luta para conseguir aquilo que designaríamos 'virtude' , mas que os gregos chamam aretê, ou seja, superioridade. teríamos muito a dizer sobre a aretê. Ela permeia toda a vida grega.
Asiim, o herói da Odisséia é um grande lutador, um astuto planejador, um orador decidido, um homem de coração valente e grande sabedoria, que sabe que deve suportar sem reclamar muito aquilo que os deuses enviam; ele deve saber construir e velejar um barco, arar a terra tão bem quanto qualquer um, vencer um jovem fanfarrão no arremesso de disco, desafiar os jovens feácios para o pugilismo a luta romana ou para a corrida; tosquiar, esfolar, esquartejar e cozinhar um boi e, ao mesmo tempo, comover-se às lágrimas ao ouvir uma canção. Ele é, de fato, um excelente homem-dos-sete-instrumentos; tem uma aretê excepcional.
A aretê implica no respeito pela integridade e unicidade da vida, e, consequentemente, no desprezo pela especialização. Implica no desprezo pela eficiência -- ou antes, numa idéia muito mais elevada de eficiência, que existe não só em um aspecto da vida, mas na vida em si mesma."
" O que impulsiona o herói grego a praticar atos de heroísmo não é o senso de dever que conhecemos -- o dever em relação aos outros; ao contrárop, é um deber com relação a si mesmo. Ele luta para conseguir aquilo que designaríamos 'virtude' , mas que os gregos chamam aretê, ou seja, superioridade. teríamos muito a dizer sobre a aretê. Ela permeia toda a vida grega.
Asiim, o herói da Odisséia é um grande lutador, um astuto planejador, um orador decidido, um homem de coração valente e grande sabedoria, que sabe que deve suportar sem reclamar muito aquilo que os deuses enviam; ele deve saber construir e velejar um barco, arar a terra tão bem quanto qualquer um, vencer um jovem fanfarrão no arremesso de disco, desafiar os jovens feácios para o pugilismo a luta romana ou para a corrida; tosquiar, esfolar, esquartejar e cozinhar um boi e, ao mesmo tempo, comover-se às lágrimas ao ouvir uma canção. Ele é, de fato, um excelente homem-dos-sete-instrumentos; tem uma aretê excepcional.
A aretê implica no respeito pela integridade e unicidade da vida, e, consequentemente, no desprezo pela especialização. Implica no desprezo pela eficiência -- ou antes, numa idéia muito mais elevada de eficiência, que existe não só em um aspecto da vida, mas na vida em si mesma."
Mind the reading
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É engraçado, eu trouxe uma batelada de livros para Petrópolis, e ainda que tenha folheado alguns em busca de leituras interessantes para os momentos certos, acabei redescobrindo um livro de muito, mas muito tempo atrás mesmo, que eu nem tenho certeza de que acabei de ler da primeira vez.
O mais interessante é que acabei vendo o livro de uma maneira bastante distinta do que quando o comprei (ganhei ? - talvez), acho que na época eu não estava "pronto" para captar a mensagem real do texto.
Segue um resumo apanhado na net:
"Zen e a arte da manutenção de motocicletas: uma investigação sobre valores (1984), Robert M. Pirsig.
O primeiro depoimento do autor: “o verdadeiro veículo que conduzimos é um veículo chamado nós mesmos”, dá uma idéia sobre o tema da obra. O narrador atravessa as planícies norte-americanas com seu filho na garupa, e refaz toda sua trajetória de vida e seu relacionamento com a figura fantasmagórica de Fedro. “O mundo da arte da manutenção de motocicletas é realmente um estudo em miniatura da arte de auto-realização. Reparando uma motocicleta, trabalhando bem, com cuidado, tornamo-nos parte de um processo cujo fim é alcançar uma íntima paz de espírito. A motocicleta é principalmente um fenômeno mental”, diz o autor. No capítulo 20, por exemplo, comenta: “A motocicleta agora está funcionando, mas qual foi a última vez que se verificou o nível de óleo? Para os românticos isto é um exagero, mas para os clássicos é prudência”. Diante de dois tipos diferentes de Qualidade e que não dividiram a Qualidade entre si, põe frente a frente a hierarquia metafísica proposta pelos professores do departamento sobre Realidade: objetiva (física) e subjetiva (mental). Mas, a Qualidade que Fedro estava ensinando não era apenas parte da realidade, era a realidade integral. Vale a pena ler!"
Paz de espírito. Simples e ainda assim tão difícil, especialmente em tempos que achamos tão conturbados, aonde vida, trabalho, amor, família, parecem tão desconexos e, em muitos momentos, conflitantes.
Seja como for, uma leitura prazerosa, ainda que densa. Alternando com as leituras de contos para ajudar as crianças a dormir, fica ainda melhor.
O mais interessante é que acabei vendo o livro de uma maneira bastante distinta do que quando o comprei (ganhei ? - talvez), acho que na época eu não estava "pronto" para captar a mensagem real do texto.
Segue um resumo apanhado na net:
"Zen e a arte da manutenção de motocicletas: uma investigação sobre valores (1984), Robert M. Pirsig.
O primeiro depoimento do autor: “o verdadeiro veículo que conduzimos é um veículo chamado nós mesmos”, dá uma idéia sobre o tema da obra. O narrador atravessa as planícies norte-americanas com seu filho na garupa, e refaz toda sua trajetória de vida e seu relacionamento com a figura fantasmagórica de Fedro. “O mundo da arte da manutenção de motocicletas é realmente um estudo em miniatura da arte de auto-realização. Reparando uma motocicleta, trabalhando bem, com cuidado, tornamo-nos parte de um processo cujo fim é alcançar uma íntima paz de espírito. A motocicleta é principalmente um fenômeno mental”, diz o autor. No capítulo 20, por exemplo, comenta: “A motocicleta agora está funcionando, mas qual foi a última vez que se verificou o nível de óleo? Para os românticos isto é um exagero, mas para os clássicos é prudência”. Diante de dois tipos diferentes de Qualidade e que não dividiram a Qualidade entre si, põe frente a frente a hierarquia metafísica proposta pelos professores do departamento sobre Realidade: objetiva (física) e subjetiva (mental). Mas, a Qualidade que Fedro estava ensinando não era apenas parte da realidade, era a realidade integral. Vale a pena ler!"
Paz de espírito. Simples e ainda assim tão difícil, especialmente em tempos que achamos tão conturbados, aonde vida, trabalho, amor, família, parecem tão desconexos e, em muitos momentos, conflitantes.
Seja como for, uma leitura prazerosa, ainda que densa. Alternando com as leituras de contos para ajudar as crianças a dormir, fica ainda melhor.
Mind the Case
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Gadgets: The Top 10 weirdest case mods: "Computers come in many different flavours, but apparently that ain't enough for everybody. Case modding - the modification of a computer chassis - has become a big hobby for thousands of enthusiasts around the world.
During the last week, I have browsed through thousands and yet thousands of different case mods to create this list of The Top 10 weirdest case mods ever. Your personal favorite might not be in the list, so feel free to post a comment below."
Mind Life
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"...Life is not a journey to the grave with the intention of arriving safely in one pretty and well-preserved piece, but to slide across the finish line broadside, thoroughly used up, worn out, leaking oil, and shouting GERONIMO!!!" -- Bill McKenna
Mind Hommer
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Simpson é a referência para construir a pauta do noticiario (Jornal Nacional da Globo) - "Essa o Homer nao vai entender" - dita Bonner para descartar 1 noticia que nao o agrada - ele decide praticamente sozinho e sem contestaçao o que deve ser exibido para milhoes de brasileiros no horario que fica confortavelmente aninhado entre 2 novelas, a das 7 e a das 8.
...entenda o resto lendo aqui:
Blue Bus todo mundo le
:
(...) trecho de 'O Livro dos Insultos', de Henry Louis Mencken, traduzido por Ruy Castro, extraído do capítulo 'Jornalistas'. É uma pequena pérola, uma obra prima que mostra o 'imbecil coletivo' em sua quintessência (obrigado, leitor!). 06/12 Blue Bus:
"O que aflige primeiramente os jornais dos EUA é o fato de que o seu gigantesco desenvolvimento comercial os obriga a atingir massas cada vez maiores de homens indiferenciados, e tambem o fato de que a verdade é uma mercadoria que estas massas nao podem ser induzidas a comprar".
"As causas disto estao enraizadas na psicologia do Homo boobus, ou homem inferior - ou seja, do cidadao normal, típico e predominante de uma sociedade democrática. Este homem, apesar de uma aparência superficial de inteligência, é, na realidade, incapaz de qualquer coisa que possa ser descrita como raciocínio. As idéias que lhe entopem a cabeça sao formuladas por um processo de mera emoçao. Como todos os outros mamíferos superiores, ele tem sentimentos muito intensos, mas, também como eles, falta-lhe capacidade de julgamento. O que o agrada mais no departamento de idéias - e, daí, o que ele tende a aceitar mais como verdadeiro - é apenas o que satisfaz os seus anseios principais".
"Por exemplo, anseios por segurança física, tranquilidade mental e subsistência farta e regular. Em outras palavras, o que ele exige das idéias é o mesmo que exige das instituiçoes - ou seja, que o deixem livre da dúvida, do perigo e daquilo que Nietzche chamou de os acasos do labirinto. Acima de tudo, livre do medo, aquela emoçao básica de todas as criaturas inferiores em todos os tempos e lugares. Por isto este homem é geralmente religioso, porque a espécie de religiao que conhece é apenas um vasto esquema para aliviá-lo da luta vã e penosa contra os mistérios do universo".
"E por isto ele é também um democrata, porque a democracia é um esquema para protegê-lo contra a exploraçao dos seus superiores em força e sagacidade. E é também por isto que, na miscelânea de suas reaçoes às idéias, ele abraça invariavelmente aquelas que lhe parecem mais simples, mais familiares, mais confortáveis - que se ajustam mais prontamente às suas emoçoes fundamentais e lhe exigem menos agilidade, resoluçao ou engenhosidade intelectuais. Em suma, ele é uma besta"
...entenda o resto lendo aqui:
Blue Bus todo mundo le
(...) trecho de 'O Livro dos Insultos', de Henry Louis Mencken, traduzido por Ruy Castro, extraído do capítulo 'Jornalistas'. É uma pequena pérola, uma obra prima que mostra o 'imbecil coletivo' em sua quintessência (obrigado, leitor!). 06/12 Blue Bus:
"O que aflige primeiramente os jornais dos EUA é o fato de que o seu gigantesco desenvolvimento comercial os obriga a atingir massas cada vez maiores de homens indiferenciados, e tambem o fato de que a verdade é uma mercadoria que estas massas nao podem ser induzidas a comprar".
"As causas disto estao enraizadas na psicologia do Homo boobus, ou homem inferior - ou seja, do cidadao normal, típico e predominante de uma sociedade democrática. Este homem, apesar de uma aparência superficial de inteligência, é, na realidade, incapaz de qualquer coisa que possa ser descrita como raciocínio. As idéias que lhe entopem a cabeça sao formuladas por um processo de mera emoçao. Como todos os outros mamíferos superiores, ele tem sentimentos muito intensos, mas, também como eles, falta-lhe capacidade de julgamento. O que o agrada mais no departamento de idéias - e, daí, o que ele tende a aceitar mais como verdadeiro - é apenas o que satisfaz os seus anseios principais".
"Por exemplo, anseios por segurança física, tranquilidade mental e subsistência farta e regular. Em outras palavras, o que ele exige das idéias é o mesmo que exige das instituiçoes - ou seja, que o deixem livre da dúvida, do perigo e daquilo que Nietzche chamou de os acasos do labirinto. Acima de tudo, livre do medo, aquela emoçao básica de todas as criaturas inferiores em todos os tempos e lugares. Por isto este homem é geralmente religioso, porque a espécie de religiao que conhece é apenas um vasto esquema para aliviá-lo da luta vã e penosa contra os mistérios do universo".
"E por isto ele é também um democrata, porque a democracia é um esquema para protegê-lo contra a exploraçao dos seus superiores em força e sagacidade. E é também por isto que, na miscelânea de suas reaçoes às idéias, ele abraça invariavelmente aquelas que lhe parecem mais simples, mais familiares, mais confortáveis - que se ajustam mais prontamente às suas emoçoes fundamentais e lhe exigem menos agilidade, resoluçao ou engenhosidade intelectuais. Em suma, ele é uma besta"
Mind S.E.X.
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"Ladies and gentlemen.. of the G.E.D. class of 1999
I have one piece of advice for you
No matter what a stripper tells you
There's no sex in the Champagne Room.. NONE!
Oh there's CHAMPAGNE in the Champagne Room
But you don't want champagne.. you want sex
And there's NO sex.. in the Champagne Room"
"The 3 most important things in life are 2: SEX" ~Joe Pineapples
I have one piece of advice for you
No matter what a stripper tells you
There's no sex in the Champagne Room.. NONE!
Oh there's CHAMPAGNE in the Champagne Room
But you don't want champagne.. you want sex
And there's NO sex.. in the Champagne Room"
"The 3 most important things in life are 2: SEX" ~Joe Pineapples
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